Pintado
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Seu nome científico é Pseudoplatystoma coruscans. A família é dos Pimelodidae. O certo seria o pescador aprender a chamá-lo de surubim pintado. São facilmente identificados, já que o pintado tem pintas por todo o corpo, e chega a pesar até cem quilos. No capítulo das iscas naturais, podemos afirmar que o peixe se alimenta de todos os pequenos peixes que possam encontrar. Gostam ainda de muçum, minhocoçu, caranguejos e até de pedaços de figado ou coração de boi. Nas artificiais, não é raro fisgar esse peixe, mas a isca tem que passar ao alcance deles, ou seja, em locais rasos e mesmo praiados de areia, onde se conseguirá fisgar essa espécie nas iscas artificiais. Sua distribuição geográfica é em todo o território brasileiro, também na Argentina na região de Corrientes.

Os melhores locais para a pesca serão sempre nas entradas de corixos, ou mesmo no leito dos rios em poços profundos. Quanto ao material de pesca, fica difícil dizer-se qual é o ideal, tal é a variedade do tamanho dos peixes, mas poderíamos recomendar o de cadegoria médio, com linhas entre 0.50 mm a 0.80 mm e varas médias a pesadas. Os anzóis, mais uma vez de tamanho grande, entre o 7/0 a 9/0, com indicações para o Mustad referência 92247 ou 7737-A. No que se refere à melhor época, podemos dividir em duas etapas: com o pantanal cheio, os corixos serão os melhores, e com o pantanal médio para baixo, os leitos do rio (de rodada) e os poços profundos (apoitado). No que se refere a sinônimos, podemos citar os seguintes: bagre-rajado, caçonete, caparari, loango, piracajiara, surubi- de-cama, piracambucu e pirambucu.